Uma boa alimentação ajuda a evitar câncer de mama. Coma sob dieta variada, incluindo frutas, verduras e fibras; diminua a quantidade de gordura total; não consuma bebidas alcoólicas; e mantenha o peso adequado.

Como realizar o auto-exame: men­salmente, em frente ao espelho, em pé, a mulher deve observar o bico dos seios, a superfície e o contorno das mamas; levantar os braços, observar se, com o movimento, aparecem  alterações  no  contorno  e  na superfície; deitada, apalpar a mama com a mão  oposta  (mama direita com  a  mão esquerda e mama esquerda com a mão direita),

fazendo   movimentos circulares   suaves,   apertando levemente com as pontas dos dedos.

 

 

Útero

 

 

O câncer de colo uterino é o mais comum entre as mulheres no  Brasil,  correspondendo a aproximadamente   24%   de todos os casos.

Os principais fatores de risco para o câncer de colo uterino são: precocidade na primeira   relação   sexual,   promis­cuidade (múltiplos parceiros), parceiro sexual de risco,

 múltiplos parceiros, primeira gestação  precoce,  tabagismo,  radiação prévia, infecção por papilomavírus e herpes vírus.

A  prevenção  do  câncer  de  colo uterino passa por cuidados e informações

 

 

                                                    sobre o uso de preservativos, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e a orientação sexual, desestimulando a promiscuidade.

Em nível secundário de preven­ção está o exame ginecológico periódico.

O diagnóstico é predominan­temente clínico. A coleta periódica do exame citopatológico do colo uterino (também chamado de Papanicolau) possibilita o diagnóstico precoce tanto das formas pré-invasoras (NIC) como do câncer propriamente dito.

Nas pacientes com diagnóstico firmado da doença, é necessária a realização de exames complementares que ajudam a avaliar se a doença está restrita ou não ao colo uterino: cistos-copia, retossigmoidoscopia, urografia excretora e, em alguns casos, a ecografia transretal.

O tratamento das pacientes portadoras desse tipo de câncer baseia-se na cirurgia radical e radioterapia. A quimioterapia tem sido empregada em protocolos de pesquisa. E depende das condições clínicas da paciente, do tipo de tumor e de sua extensão. Quando o tumor é restrito ao colo do útero os resultados da cirurgia radical e da radioterapia são equivalentes. O tratamento radioterápico pode ser efetuado quando o tratamento cirúrgico for contra-indicado e.nos demais casos. Nas pacientes com envolvimento da bexiga e/ou reto, a radioterapia pode precederá cirurgia.