um alerta do organismo

A dor e uma conseqüência de algum distúrbio em um órgão ou sistema do nosso organismo, e é única e individual, ocorrendo sempre de forma e intensidade diferentes. Sua origem pode ser de múltiplas causas, como, por exemplo: fraturas, queimaduras, ferimentos, disfunção de um órgão, entre outras. Uma mesma lesão pode causar dores diferentes em cada pessoa ou no mesmo individuo em momentos diferentes.

Considerada tão importante por ser um alerta do nosso organismo de que algo nao esta bem, a dor e um mecanismo de defesa e de preservação da vida. Por isso, ha um tendência mundial de considerá-la como o quinto sinal vital, aferido pelas equipes medicas e de enfermagem de todos os hospitais. Tal ação tem contribuído na melhora do diagnostico e no estabelecimento do tratamento da dor em qualquer circunstancia.

De um lado, o organismo precisa da dor para se defender, mas o processo nao pode ser perpetuado. Com a finalidade de impedir que a dor persista mais tempo do que o necessário, os sinais que chegam ao cérebro e se tornam conscientes vão estimular a liberação de substancias chamadas endorfinas (por sua semelhança a morfina) e encefálicas, que inibem a propagação do impulso elétrico. O mecanismo de inibição da dor e tão importante para a sobrevivência do organismo, quanto o circuito responsável pela percepção dela. Sem ele, a dor de um pequeno corte persistiria enquanto durasse o processo de cicatrização.

    A dor pode ser:

  •  Aguda - surge repentinamente e tem duração limitada;

     • Crônica - persistente e/ou de intensidade exagerada, provocada tanto pelas
desordens do sistema responsável pela percepção e inibição da dor;

    • Psicológica - provada por estresse, tensão ou transtornos mentais, e sentida
mesmo na ausência de lesão ou disfunção orgânica; ou

    • Fantasma - sentida por quem teve um membro amputado, caracteriza-se pela
sensação da presença desse membro ou do órgão após a extirpação.