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Obesidade na infância
Antigamente, sem antibióticos, sem saneamento, assolado por epidemias de fome, realmente uma criança rechonchuda tinha mais chances de sobreviver. Mas a realidade atual é outra. A obesidade transformou-se numa epidemia que afeta 10% da população infantil. Uma em cada três crianças brasileiras entre 7 e 12 anos está acima do peso normal. E um número cada vez maior de mães desespera-se com a situação do filho que come demais. O excesso de peso é causado por vários fatores, entre eles a predisposição genética, sedentarismo e a farta disponibilidade de alimentos supercalóricos |
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Nessa fase da vida, existe uma nítida preferência por frituras e doces,
por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Se não houver insistência na oferta de uma alimentação mais equilibrada, com frutas, vegetais e grãos, o paladar poderá fixar-se exclusivamente nesses sabores, com graves conseqüências futuras Educando o paladar antes do nascimento O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas, pois ocorrem modificações causadas pela alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, já que o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos demonstram que a diversidade de sensações gustativas associadas à amamentação facilita mais tarde a instalação de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e apresentam dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, a um novo alimento, para adaptar-se ao seu gosto. Atitudes para uma alimentação saudável:
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