
| Jorge Cardoso/CB/D.A Press |
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| Letícia não dorme bem há mais de 10 anos. Se diz
presa fácil do estresse e da irritação, além de sentir dores de cabeça
frequentes e terríveis |
Leonardo Arruda/Esp. CB/D.A Press |
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| Jaime conta que passou a fazer atividades físicas
para se livrar da insônia |
Um estudo conduzido na
Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, sugere que perder noites de sono pode
significar perder dias de vida. Os resultados da pesquisa revelam que a insônia
crônica parece estar associada à morte prematura. O risco foi constatado para os
que não conseguem pregar os olhos e também entre aqueles que têm dificuldade de
voltar a dormir, acordam várias vezes ou despertam cedo demais. “Avaliamos dados
de mais de 2 mil voluntários em três questionários realizados em 1989, 1994 e
2000. Verificamos que a mortalidade foi três vezes maior entre as pessoas com
insônia crônica. A associação ocorreu independentemente de outros fatores, como
enfisema, bronquite, infarto, hipertensão e diabetes. Os mecanismos envolvidos
nessa relação, no entanto, não estão totalmente esclarecidos”, explica a
pesquisadora Laurel Finn, bioestatística ligada ao trabalho americano.